2018: Vida Resolvida ou Turbulência À Vista?
2018: Vida Resolvida ou Turbulência À Vista?
SRN galera do Dinastia, nessa semana estamos vivendo essa expectativa de mais uma final em 2017, esperando, logicamente, que o nosso Mengão obtenha o sucesso contra o Independiente, pela final da Sulamericana. É bem verdade que o ano de 2017 não foi um ano só de alegrias, devido à precoce eliminação na Libertadores e a maneira arrastada como o clube conduziu o Brasileiro, classificando para a fase de grupos da Libertadores no último instante, na última rodada e em 6° lugar, pois Grêmio e Cruzeiro já tinham conseguido suas vagas na competição. Mas, estamos em nossa terceira final e durante o ano tivemos bons momentos também. Não foi um ano de se jogar fora, Mas devemos tirar muitas lições para que erros bobos não se repitam. Enfim, podemos terminar o ano com um título internacional e, apesar de ser um torneio secundário da Conmebol, a Sulamericana, conta muito, pois eleva o clube campeão a um outro patamar técnico e financeiro. Além de trazer uma calmaria e confiança, pelo que foi vivido nesse ano e para que o técnico Rueda e a diretoria do clube possam fazer o planejamento de 2018 com mais tranquilidade. Perdê-la pode fazer o clube entrar em turbulência.
Por isso, cabe a pergunta: 2018: vida resolvida ou turbulência à vista? Na minha opinião, em caso de vitória sobre o Independiente, como disse acima, trará a tranquilidade necessária para o clube. Em vários aspectos: não haverá a pressão sedenta da torcida e da crítica (que vai ter que engolir isso, pois falar mal do Flamengo parece ser necessário para obter audiência), pois a falta de títulos de expressão leva a isso com naturalidade. Haverá tempo e tranquilidade para planejar o ano em meio a várias competições que iremos disputar. Poderá escalar uma equipe mista ou reserva durante o carioca, a fim de preparar a equipe para os jogos da Recopa e da fase de grupos da Libertadores, que terão seus jogos para fevereiro ( a temporada começa em 15 de janeiro). Tempo esse que vamos ter para observar melhor muitos jovens jogadores que estão surgindo, vindo do Ninho. E repensar fora de campo, com calma, para que não aconteçam declarações absurdas, nem atitudes destemperadas como aconteceu ao longo desse ano, já que é um ano de eleições no clube. Esse título também pode trazer o gostinho, que ficou para trás, de conquistas internacionais. Sem dúvida é um benefício muito grande para quem vai jogar uma Libertadores. Além do poder financeiro, que aumentará em caso de conquista. 12 milhões de Reais a mais em virtude de outras competições que o campeão da Sulamericana disputa e o bônus da Adidas pela conquista. E ainda a exposição da marca Flamengo, em outros locais do planeta, que é importante. Jogar fora do país, em competições oficiais sempre elevam a marca do clube. Ainda mais sendo um gigante como o Flamengo.
Agora, em caso de derrota (sai pra lá, não queremos isso!), será um prato cheio para as críticas. Comentaristas adorarão isso. Principalmente os bairristas e defensores de nanicos (que vivem encostados aos mandos e desmandos de suas Federações, não procuram evoluir e ainda encontram defensores), e também aqueles que misturam um momento adverso do time para fazer comentários políticos e, às vezes, até agressivos, a fim de misturar tudo e polemizar bastante, levando a imensa torcida (onde muitos são bipolares e até influenciados por esses comentaristas), a replicar isso pelas redes sociais e outras mídias de uma forma tão gigantesca que o clube, por muitas vezes, pára determinados projetos, em virtude da pressão que vem de fora. Podemos ver que a maioria dos comentaristas que estão por aí gostam desse perfil, adotado até por grandes emissoras, pois trazem muitos likes para eles nas redes sociais e uma grande audiência em seus programas de internet, rádio e TV. Outra coisa será a instabilidade política dentro do clube. Será um prato cheio para que a oposição se levante de vez e pressione, pois a falta de jogos nesse período, trará muito espaço nas mídias para que hajam vários debates sobre o clube, trazendo uma pressão muito forte sobre uma comissão técnica (muito boa, na minha opinião), e sobre um elenco, que certamente será taxado como um grupo derrotado. Além de prejudicar um período de preparação, em virtude de uma derrota, que não esperamos que aconteça. E já que é um ano de eleições no clube, o momento político do clube será aflorado a todo instante e qualquer decisão pode (e será), tratada como eleitoreira e muito badalada dentro e fora do clube. A repercussão, sem dúvida será muito maior. Visto que os grandes momentos decisivos serão, praticamente todos, no segundo semestre (afinal, são os títulos que acalmam os ânimos). Quanto a reformulação do elenco (saída/chegada de jogadores), será mais complicada em caso de derrota, podendo causar problemas dentro do elenco, pois a saída de alguns poderá dar a ideia de taxá-los como culpados pelo fracasso em 2017. Sendo campeão, acho que acontecerá sem maiores polêmicas.
Enfim, esperamos que o Mengão possa ter toda a sorte nessa final, passe pelo Independiente e que o ano de 2018 seja um ano em que TODOS os envolvidos com a marca FLAMENGO, tenham aprendido alguma lição e que não repitam os mesmos erros e mudem determinadas atitudes, pois com o FLAMENGO bem na fita, todos saem vencedores. Todos os envolvidos no projeto vão se dar bem. Esperamos que águas tranquilas possam passar nesse rio e que o FLAMENGO, como num todo, tenha aprendido à lição e possa, a partir do título da Copa Sulamericana, viver novos ares de grandes conquistas.
Saudações Rubro-Negras!
Boa sorte Mengão!
SRN galera do Dinastia, nessa semana estamos vivendo essa expectativa de mais uma final em 2017, esperando, logicamente, que o nosso Mengão obtenha o sucesso contra o Independiente, pela final da Sulamericana. É bem verdade que o ano de 2017 não foi um ano só de alegrias, devido à precoce eliminação na Libertadores e a maneira arrastada como o clube conduziu o Brasileiro, classificando para a fase de grupos da Libertadores no último instante, na última rodada e em 6° lugar, pois Grêmio e Cruzeiro já tinham conseguido suas vagas na competição. Mas, estamos em nossa terceira final e durante o ano tivemos bons momentos também. Não foi um ano de se jogar fora, Mas devemos tirar muitas lições para que erros bobos não se repitam. Enfim, podemos terminar o ano com um título internacional e, apesar de ser um torneio secundário da Conmebol, a Sulamericana, conta muito, pois eleva o clube campeão a um outro patamar técnico e financeiro. Além de trazer uma calmaria e confiança, pelo que foi vivido nesse ano e para que o técnico Rueda e a diretoria do clube possam fazer o planejamento de 2018 com mais tranquilidade. Perdê-la pode fazer o clube entrar em turbulência.
Por isso, cabe a pergunta: 2018: vida resolvida ou turbulência à vista? Na minha opinião, em caso de vitória sobre o Independiente, como disse acima, trará a tranquilidade necessária para o clube. Em vários aspectos: não haverá a pressão sedenta da torcida e da crítica (que vai ter que engolir isso, pois falar mal do Flamengo parece ser necessário para obter audiência), pois a falta de títulos de expressão leva a isso com naturalidade. Haverá tempo e tranquilidade para planejar o ano em meio a várias competições que iremos disputar. Poderá escalar uma equipe mista ou reserva durante o carioca, a fim de preparar a equipe para os jogos da Recopa e da fase de grupos da Libertadores, que terão seus jogos para fevereiro ( a temporada começa em 15 de janeiro). Tempo esse que vamos ter para observar melhor muitos jovens jogadores que estão surgindo, vindo do Ninho. E repensar fora de campo, com calma, para que não aconteçam declarações absurdas, nem atitudes destemperadas como aconteceu ao longo desse ano, já que é um ano de eleições no clube. Esse título também pode trazer o gostinho, que ficou para trás, de conquistas internacionais. Sem dúvida é um benefício muito grande para quem vai jogar uma Libertadores. Além do poder financeiro, que aumentará em caso de conquista. 12 milhões de Reais a mais em virtude de outras competições que o campeão da Sulamericana disputa e o bônus da Adidas pela conquista. E ainda a exposição da marca Flamengo, em outros locais do planeta, que é importante. Jogar fora do país, em competições oficiais sempre elevam a marca do clube. Ainda mais sendo um gigante como o Flamengo.
Agora, em caso de derrota (sai pra lá, não queremos isso!), será um prato cheio para as críticas. Comentaristas adorarão isso. Principalmente os bairristas e defensores de nanicos (que vivem encostados aos mandos e desmandos de suas Federações, não procuram evoluir e ainda encontram defensores), e também aqueles que misturam um momento adverso do time para fazer comentários políticos e, às vezes, até agressivos, a fim de misturar tudo e polemizar bastante, levando a imensa torcida (onde muitos são bipolares e até influenciados por esses comentaristas), a replicar isso pelas redes sociais e outras mídias de uma forma tão gigantesca que o clube, por muitas vezes, pára determinados projetos, em virtude da pressão que vem de fora. Podemos ver que a maioria dos comentaristas que estão por aí gostam desse perfil, adotado até por grandes emissoras, pois trazem muitos likes para eles nas redes sociais e uma grande audiência em seus programas de internet, rádio e TV. Outra coisa será a instabilidade política dentro do clube. Será um prato cheio para que a oposição se levante de vez e pressione, pois a falta de jogos nesse período, trará muito espaço nas mídias para que hajam vários debates sobre o clube, trazendo uma pressão muito forte sobre uma comissão técnica (muito boa, na minha opinião), e sobre um elenco, que certamente será taxado como um grupo derrotado. Além de prejudicar um período de preparação, em virtude de uma derrota, que não esperamos que aconteça. E já que é um ano de eleições no clube, o momento político do clube será aflorado a todo instante e qualquer decisão pode (e será), tratada como eleitoreira e muito badalada dentro e fora do clube. A repercussão, sem dúvida será muito maior. Visto que os grandes momentos decisivos serão, praticamente todos, no segundo semestre (afinal, são os títulos que acalmam os ânimos). Quanto a reformulação do elenco (saída/chegada de jogadores), será mais complicada em caso de derrota, podendo causar problemas dentro do elenco, pois a saída de alguns poderá dar a ideia de taxá-los como culpados pelo fracasso em 2017. Sendo campeão, acho que acontecerá sem maiores polêmicas.
Enfim, esperamos que o Mengão possa ter toda a sorte nessa final, passe pelo Independiente e que o ano de 2018 seja um ano em que TODOS os envolvidos com a marca FLAMENGO, tenham aprendido alguma lição e que não repitam os mesmos erros e mudem determinadas atitudes, pois com o FLAMENGO bem na fita, todos saem vencedores. Todos os envolvidos no projeto vão se dar bem. Esperamos que águas tranquilas possam passar nesse rio e que o FLAMENGO, como num todo, tenha aprendido à lição e possa, a partir do título da Copa Sulamericana, viver novos ares de grandes conquistas.
Saudações Rubro-Negras!
Boa sorte Mengão!